Look at some flashes from
BURNIGHT's party at AZ's boite:





1- Pré-night at Julia's house.
2- Girls and guys!
3- Friends from JF, 8th grade and "BIGTHIRD" grade :)
4- Everybody rocking!
5- My blondies :D
6- Kiss kiss kiss!
The best and the worst party of my life! That's it.
Marcadores: feliz e triste, holiday, imgs
Blair: Tem um motivo pelo qual nunca vamos para o centro. É horrível. No instante que você cruza a Rua 14, as pessoas esquecem que existe um sistema de classes.
Serena: B., você vai encontrar o seu lugar, só dê tempo ao tempo.
B: Não, achei meu lugar, e é no fundo. É um ponto de orgulho agora que vejo quem está no topo. (pausa) De qualquer maneira, tudo terminou bem. Se eu não tivesse tão distraída, teria sido capaz de te forçar pra ir para a Brown.
S: Isso é bacana, mas não, você não teria sido capaz. Sinto muito por ter desaparecido pra você.
B: Tenho certeza de que vai achar um jeito de me recompensar... no departamento de bolsas da Bendels. (risos) Eu estaria mais preocupada sobre a Brown, mas você parece melhor do que estava.
S: Realmente estou.
(pausa)
B: Era tão mais fácil quando era só sobre sentar nos degraus do Met.
S: Sim, mas nós... já estivemos aqui, fizemos isso.
B: Mas eu era tão boa nisso.
S: Bem,... então é hora de um novo desafio... para nós duas.
B: Estou feliz que você não vai para a Brown. Preciso de você aqui.
S: Igualmente.
(Abraço e sorrisos)
B: Tchau!
S: Tchau!
(Segundo episódio da terceira temporada de
Gossip Girl,
The Freshmen).
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"Aposto como existem pessoas que hoje vivem do jeito que eu vivia antes. Eu fico realmente triste quando falo sobre isso. Mas outro dia conversando com uma amiga, ela me disse: “Por que você não passa algumas dessas palavras pro papel? Já pensou em quantas pessoas poderia ajudar?”. Fico com medo de não acreditarem, mas eu juro que é a mais verdadeira verdade. Foi o que decidi fazer.
Quando eu tinha meus 14, 15 anos, eu era o que hoje em dia se chama de “piriguete”. Não que não me valorizasse. Mas eu não queria me amarrar a ninguém. Por causa disso, me chamavam de seca, sem sentimentos mesmo tendo um pouco mais de proximidade com alguns amigos. O meu jeito levantava especulações com o fato de eu sentir ou não algo por alguém. Mas até agora eu não disse nada. Nessa mesma época minha de “piriguete” (e olha que eu nem sou tão velha assim), havia um menino apaixonado por mim. A gente já tinha “ficado” antes, e pra falar a verdade, foi um dos primeiros meninos que eu beijei. Depois de um tempo, ele viajou, ficou uns 3 anos fora, e embora ele fosse apaixonado por mim, eu não sei o que ele fazia ou o que fez enquanto esteve longe de mim. Era simplesmente TUDO que eu queria pra mim hoje em dia. Até que um dia, ele voltou, com 17, 18 anos. E embora o tempo tivesse passado, ele ainda era apaixonado por mim. Eu me sentia balançadíssima com as coisas que ele me dizia, e quando nos reencontramos, senti mais falta ainda. Mas ele estava diferente. Eu podia sentir que ele ainda me amava. Mas era como se ele tivesse criado um escudo de proteção contra as coisas que eu fizesse para que não se magoasse comigo.
Um dia, ou melhor, no dia em que ele fazia aniversário, ainda bem próximos e no mesmo círculo de amizade, fomos para uma festa. Em um dado momento, ele veio conversar comigo, e após tanto tempo separados, ficamos novamente. Aquilo foi como um vulcão dentro de mim. Eu queria explodir, de tanta felicidade. Embora tivéssemos ficado, ele não proferiu nenhum dos “eu te amo, pra sempre seu” que falava na nossa época mais próxima. Cheguei em casa e pensei se dessa vez, estaria eu, a passos de me apaixonar de novo.
Deixei fluir. Após um certo tempo, eu fui vendo como ele estava diferente. Com o carinho, continuava o mesmo. Mas eu o sentia distante. Ficamos alguns meses juntos, até que eu, voltando a minha fase “cubo de gelo”, terminei com ele após uma briga em que tivemos e que na realidade, ele estava com a razão. Mesmo nervoso com a nossa briga, e com a situação, ele disse, pela primeira vez em 3 anos, aquela mesma coisa de antes: “Eu te amo, pra sempre seu”. E não ficamos mais. Um dia, no meu quarto, acordando normalmente e sem me preocupar com nada, recebi uma ligação dele. E foi nesse dia que eu comecei a sentir. E sentir de verdade. Ele estava indo para São Paulo, tratar de um câncer na parte direita do cérebro. Fiquei perdida, não sabia o que fazia, até que me manti calma. A partir desse dia, não precisa nem de falar, quem é que queria ouvir um “eu te amo, pra sempre seu”...
Felipe morreu de câncer, e eu estou aqui. Por mais que ninguém acredite, eu queria passar essa mensagem pra todas as “piriguetes” que hoje estão por aí, curtindo a vida, se divertindo. Não que eu queira que vocês parem a vida por causa disso. Mas que vocês aprendam a verdadeira importância do que é um sentimento. E eu peço: SINTAM! NÃO DESISTAM. Embora eu não tenha tido ninguém pra me ajudar e aconselhar com relação a isso, eu posso sentir tudo. É como se Felipe, hoje, tivesse morrido para entregar todo seu amor a mim, e me ensinar a sentir o que eu não sentia quando ele estava vivo. E finalizo com a frase de Renato Russo, que é a melhor para o texto: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”. E é isso!
Ana Luíza Carvalho Olivieri, 37 anos."
Uma fã de Avril Lavigne mando este e-mail para a lista de contatos dela. E meu irmão estava nesta lista. Ele me passou e eu publiquei aqui. Fiquei "de cara" com as semelhanças.
O ambiente em que me encontro, vivencio uma história mais ou menos parecida. Exceto pelo final. Apenas observo tudo ao meu redor, de longe...
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Esses dias que se passam, uma angústia tem tomado conta do meio em que vivo. Assisto as pessoas felizes e tento ser feliz. Mas, as vezes o azar e a incerteza tomam conta de mim. E, sinceramente não sei o que faço. Tento me refugiar aqui no meu blog em um esforço de libertação da alma, porque apenas pessoas que confio tem o endereço. É doloroso falar sobre isso quando não quero mas ao mesmo tempo é recomfortante desabafar.
O ano está corrido e o vestibular e o ENEM se aproximam. E o medo me consome. Fiz inscrição para a PUC-Rio, para o curso de Direito, e quero muito passar, mas ao mesmo tempo a solidão, a distância e o perigo podem ser mais fortes que minha auto-estima e determinação. Quero passar porque é uma faculdade muitíssimo bem conceituada e muito qualificada. Mas, ao mesmo tempo quero tentar um ano de cursinho (se eu não passar na PUC) em Juiz de Fora para tentar UFJF. Vou estudar muito para passar e daí para frente poder ter condições em passar em concursos públicos pelo Brasil afora.
Os laços de amizade e de amor se quebram, e "o que vai ficar na fotografia são os laços invisíveis que haviam", segundo Leoni. Me sinto perdido por causa disso. Já sinto e sentirei muita saudade dos amigos; mais saudade de uns do que de outros, certamente.
Estou sozinho e cercado de pessoas ao mesmo tempo. Paradoxo, eu sei. Tenho uma amizade, por uma pessoa, que é muito forte e sincera. Mas, esta pessoa é desligada - claro que não é por mal - e tem a mente aberta. É inteligente e sabe que é. Amo muito ela! Meu medo de perdê-la é tão grande - como já perdi outras amizades pela distância - apesar de saber que um dia nossos caminhos serão divergentes, infelizmente.
Enfim, o que eu quero dizer é que a vida escolar (principalmente no terceiro ano do Ensino Médio) é cheia de desafios - assim como a vida - e daí para frente os problemas apenas aumentam. Estou preocupado e penso demais sobre o futuro. Penso muito. Como serei? Aonde estarei? Com quem estarei? Serei feliz? Realizado? São mil perguntas. Tenho vontade de me isolar em uma ilha paradisíaca e refletir sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre a vida... Estou apenas com 17 anos, eu sei. Mas estou enxergando coisas um pouco mais além.
Essa minha amiga, que temo perder, me disse para não pensar muito sobre o futuro. Para eu viver o presente sem me preocupar inteiramente. Ela está certa e estou fazendo o possível para seguir este conselho.
Viver intensamente e me esforçar ao máximo para conseguir o que quero. Estas são as palavras que eu levo todos os dias, e que me motivam.
Abra os olhos, o futuro vem aí...
Marcadores: feliz e triste, futuro
"Crescer significa uma coisa: indepedência. Todos a queremos. Às vezes, usamos outras pessoas para ganharmos com isso. Ás vezes, encontramos nos outros. Às vezes, nossa independência vem ao custo de outra coisa. E, esse custo pode ser alto. Porque, freqüentemente, para ganhar nossa indepêndencia temos que lutar. Nunca desista, nunca se renda.
Xoxo, Gossip Girl."
(Trecho do primeiro episódio da terceira temporada de
Gossip Girl, "
Reversals Of Fortune").
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Parabéns ao meu pai. Muitos anos de vida. Eu te amo muito, muito, muito (...)
Parabéns à minha melhor amiga, Laura. É muito bom ter você em minha vida. É em você que eu confio. Te amo muito também.
E o futuro continua...
Marcadores: futuro
O herói. A top model. O vilão. O sujeito comum. A vida é uma série de "quases" e colisões. Esta história é sobre a vida.
(...)
Vida. Uma série de coincidências. E de oportunidades perdidas.
(Homem-Aranha, edição nº 5, Super Heróis Premium, Marvel Comics)
História sobre a "
morte" de Mary Jane nos quadrinhos. Mas, descobre-se depois que ela está viva. E eu não me canso de ler esta história.
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